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O Conselho Nacional da Juventude Revolução - IRJ convoca o nosso 11º Encontro Nacional (ENJR), que acontecerá nos dias 03 a 06 de junho, em Juiz de Fora (MG). Acesse a convocatória:
Como participar do 11º ENJR Para participar do Encontro é preciso entrar em contato com a Juventude Revolução – IRJ, por algum militante ou núcleo em sua cidade, ou pelo email do Conselho Nacional:
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Além disso, como explicamos, nossa independência política é fruto da nossa independência financeira, único modo de termos as condições de debatermos livremente os interesses da juventude e dos trabalhadores. Por isso nosso encontro é financiado pelos próprios militantes e pela arrecadação através da nossa campanha financeira.
As inscrições para os delegados e observadores ao 11º ENJR estarão abertas a partir do dia 1º de fevereiro através do email
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O valor da inscrição será de R$45,00 (quarenta e cinco reais) e será destinado a custear os gastos da alimentação (R$35,00) e auxiliar a arrecadação para o envio de 1 delegado da JR-IRJ à Conferência Mundial Aberta, a ser realizada em novembro na Argélia.
Tal valor poderá ser pago em 3 parcelas de R$15,00 no dias 15 de Março, 15 de Abril e 10 de Maio, sendo esta ultima data o prazo limite para inscrição em parcela unica de qualquer delegado. O pagamento da inscrição deverá ser efetuado através da conta do Banco do Brasil: cc 10953-3 agencia: 4326-5 em nome de Luã de Campos Cupolillo e imediatamente informado pelo email:
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, através do numero ou copia do comprovante de depósito ou transferência. Em breve, publicaremos neste site uma nota de orientação aos núcleos para arrecadação financeira e um bônus para recolher contribuições. Leia abaixo a íntegra da convocatória: Guerras, exploração, desemprego, miséria... Esse é o futuro que o capitalismo nos oferece!
Nós queremos um futuro! Queremos a revolução!O inicio de 2010 foi marcado pela tragédia que abalou o Haiti. A primeira nação negra, que conseguiu a sua independência com a luta do seu povo, hoje permanece sem o direito da soberania nacional. Em 2004, após o comando do Exército dos EUA organizar um golpe de Estado, expulsando do país o presidente Jean-Bertrand Aristide, jogou o país em um caos, o que foi usado como justificativa pela ONU para posteriormente ocupar o Haiti. Com 7 anos de ocupação estrangeira militar no solo haitiano, podemos ver que a presença das tropas da MINUSTAH não melhorou em nada a vida dos haitianos, servindo apenas para reprimir o movimento sindical, popular e de jovens, garantindo a aplicação da política do imperialismo. Após o terremoto, os EUA se apressaram em enviar mais de 10.000 soldados, se aproveitando da tragédia para ocupar junto com a ONU o Haiti. É incompreensível que o governo Lula, mantenha as tropas brasileiras liderando a ocupação da ONU e desrespeitando a soberania do Haiti. Enquanto isso, em todo o mundo o imperialismo, sobretudo o imperialismo estadunidense, aprofunda sua política de guerra e exploração. O apoio ao golpe em Honduras, a ativação de 7 bases militares na Colômbia e a reativação da 4° frota (a mesma que garantiu o golpe militar de 64 no Brasil) fazem parte do arsenal que ameaça os povos do mundo inteiro. Tudo isto somado ao fato de que neste ano completam-se 7 anos de ocupação no Iraque, enquanto Obama, o dono do hipócrita Nobel da paz, envia mais 10 mil soldados ao Afeganistão, e inicia uma ocupação sanguinária em outro país: o Iemen. Nós, que não aceitamos calados a morte de milhares devido à política do imperialismo, e que em nossas veias correm o sangue em defesa da revolução, não podemos ver essa situação como uma fatalidade. E a organização e a luta da juventude é a melhor resposta que podemos dar. Um chamado que foi lançado por iniciativa de jovens da Argélia, Bangladesh, Espanha, França, Marrocos, Palestina e Turquia, propõem uma Jornada Internacional contra as guerras e exploração para o dia 20 de março de 2010 (data do 7º aniversário da ocupação dos EUA no Iraque). Diversos militantes e entidades no Brasil já se associaram a esse combate e juntos podemos levar milhares as ruas do nosso país. Por isso convidamos todos a se somarem conosco nessa justa luta. A crise e suas consequências na juventude Sabemos que atrelada à política das guerras que atinge também a juventude, a exploração que é imposta pelo modo de produção capitalista tem levado os jovens a uma vida sem muitas perspectivas. Após a crise do imperialismo que tomou todo o mundo recentemente, vemos diversos trabalhadores jovens que continuam desempregados. Segundo dados de estudo divulgado pela Organização Internacional do Trabalho no ano passado, 67,5% dos jovens brasileiros entre 15 e 24 anos estavam no olho da rua ou na informalidade. Em recente livro lançado pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Aplicada), do governo federal, “Juventude e Políticas sociais no Brasil”, nos últimos 20 anos o desemprego entre os jovens triplicou. Hoje a cada cinco jovens, um está desempregado. Ainda que tenhamos conseguido uma recuperação parcial de empregos em relação a crise do capitalismo, sabemos que não há vagas para todos e muitas famílias seguem sem uma perspectiva de futuro.
O capitalismo nos oferece as drogas para nos dopar DROGAS NÃO! Queremos emprego, educação, diversão e arte! Levados a um beco sem saída, muitos jovens que não conseguem uma vaga no mercado de trabalho ou são submetidos a super-exploração, são empurrados para o uso das drogas, destruindo sua consciência e suas vidas. A quem interessa de fato a legalização drogas? A quem interessa uma juventude dopada e sem condições de se organizar e lutar pelos seus direitos? No apelo lançado por jovens no Rio Grande do Sul, durante a Marcha contra as drogas, afirmava-se: “Não aceitamos que a crise desse sistema empurre a juventude para a droga, para dopá-la, para que troquemos a realidade por um mundo falso, artificial. Quereremos um futuro! Mas as drogas são o oposto disso. Queremos os direitos que nos são negados. Queremos uma verdadeira liberdade: a liberdade de ter consciência plena de nossas vidas enquanto os que querem nos drogar planejam o oposto, nos afastar da realidade”. Crackolândias são vistas por várias cidades do país, enquanto que para muitos jovens sem emprego, o narcotráfico se torna uma opção forçada! Não é disso que a juventude precisa. Hoje vemos os inimigos dos interesses da juventude defendendo a legalização das drogas, como o ex-presidente tucano FHC e outros capitalistas. Infelizmente vemos organizações de jovens que defendem pela falsa “democracia” a legalização das drogas. Não queremos nem legalização, nem repressão! Queremos educação, saúde, emprego, esporte, diversão, arte e reforma agrária! A luta pela soberania nacional: uma questão crucial Quando houve o golpe em Honduras, retirando do poder o presidente Zelaya, corretamente o presidente Lula condenou o golpe, defendendo a soberania do povo de hondurenho. A luta por uma América Latina soberana, se liga aos processos antiimperialistas que hoje ocorrem na Venezuela, Bolívia e Equador por exemplo. O que é oposto à tentativa da implementação das bases dos EUA na Colômbia, pois não precisamos dos capacetes estadunidenses controlando e vigiando o nosso continente. A nossa luta revolucionária, da Juventude Revolução - IRJ e de tantos outros jovens no mundo inteiro é inseparável da luta pela soberania nacional de cada país e se integra ao controle total da riqueza nacional pelo próprio povo. Para isso, é preciso garantir o petróleo a serviço da nação, como defende o projeto de lei da FUP (Federação Única dos Petroleiros), Petrobras 100% Estatal. Além disso, a estatização das empresas privatizadas, como a Vale do Rio do Doce é uma garantia da nossa soberania. Outra questão fundamental é a luta pela reforma agrária. Um ataque aos movimentos sociais vem se aprofundando cada vez mais. Solidarizamos-nos aos militantes do MST, que por pressão dos ruralistas, estão injustamente presos e são duramente perseguidos. A reforma agrária, como condição para desenvolvimento do país é algo essencial para a defesa da soberania da nação e é o que deve ser feito por um governo eleito pelos jovens e trabalhadores. A atualização do índice de produtividade de terra (índice que calcula se uma terra é produtiva ou não para efeito de desaproriação), promessa do governo Lula, é uma simples medida que pode ser tomada com uma canetada, assim como o assentamento de todas as famílias acampadas e que exigem o seu direito de terra.
Não abrimos mão de nosso direito à Educação Pública! Nas universidades, com a recente expansão de vagas a situação se agrava, ainda faltam professores e assistência estudantil. E se a expansão de vagas é positiva ela não pode deixar de lado a qualidade do ensino e o direito de todo jovem ter acesso a um diploma profissional que garanta uma profissão. As verbas provenientes do fim da DRU (Mecanismo que tirava verbas da educação para pagar a divida) devem servir para melhorar a qualidade do ensino, garantir os 400 milhões para assistência estudantil como rubrica especifica e abrir concursos para professores. Nas escolas a melhoria das condições de estudo deve ser realizada, com bibliotecas atualizadas, laboratórios de informática, merenda escolar de qualidade, quadras esportivas cobertas e o passe-livre estudantil, além do apoio a luta dos professores pela aplicação do Piso Salarial Nacional. Tudo isso precisa ser feito já, para podermos caminhar rumo a uma universalização do ensino e com a garantia de uma assistência estudantil de verdade, para podemos ter o futuro dos jovens na educação de forma concreta. Para isso, os estudantes podem e devem se apropriar das suas entidades históricas, a UNE e a UBES, utilizar as entidades que reúnem milhares de estudantes para mobilizar e cobrar do governo Lula o atendimento das reivindicações.
Se organize pela revolução! Participe da preparação do 11º Encontro Nacional da Juventude Revolução - IRJ Nós, militantes da Juventude Revolução – IRJ, não somos iluminados e muito menos donos da verdade, mas com a nossa independência – política e financeira – temos as condições de buscar as respostas na livre discussão e debate e combater de modo prático em defesa dos interesses e reivindicações da juventude, junto com os trabalhadores. Sabemos que apenas com a nossa unidade e organização política conseguiremos romper os grilhões do capitalismo e se libertar de toda a exploração e opressão que nos atinge hoje. Construa a JR-IRJ conosco. Participe desta Luta!
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